sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sem-teto e on-line

Sensacionais as fotos do Wall Street Journal sobre pessoas que vivem nas ruas, não tem casa, mas tem e-mail e acessam a internet onde conseguem nas ruas de São Francisco, nos Estados Unidos.

Segundo o jornal, "mesmo pessoas sem um endereço na rua se sentem forçadas a ter um endereço na internet, mas estar conectado nas ruas exige determinação". A falta de tomadas onde há sinal de wi-fi disponível é uma das maiores dificuldades. (Clique na imagem para ampliá-la)





Veja a reportagem completa (aqui)

Dica da Ana G.

As 22 piores frases após o sexo

A sensibilidade é uma das características com as quais Deus é mais mão-de-vaca. Não é qualquer um que a tem, e mesmo assim as doses muitas vezes são pequenas.

E é nos momentos mais delicados em que a sensibilidade faz mais falta, obviamente. Por isso decidi listar as 22 piores frases para se dizer - ou se ouvir - após o sexo. Usei em parte a minha criatividade e em parte pérolas da corrente #3wordsaftersex do twitter. Por conta disso, me prendi ao desafio de fazer frases com apenas três palavras.


Eis as escolhidas:


22. Quem é você?
21. Que gosto estranho!

20. Pizza ou chinês?

19. Melhor você ir.

18. Na cara não!

17. Cadê minha batina?

16. A camisinha estourou!

15. Não me beije!

14. Vamos continuar tentando.

13. Traz uma gelada?

12. Não me ligue.

11. Saudades da ex...

10. Meu marido chegou!

9. Vá de táxi.

8. Quem é Ademir?

7. Parabéns, está contratada.

6. Agora me desamarra!

5. Não é contagioso...

4. Você já terminou?

3. Você já começou?

2. Você está dormindo?

1. CPF na nota?


PS: Escolhi 22 frases porque 22 é o meu número da sorte. E assim espero nunca ouvir ou falar nenhuma delas.

PS2: A imagem do presidente e ex-bispo paraguaio Fernando Lugo é meramente ilustrativa. Afinal, começamos falando de Deus e acabamos em sexo. E sem camisinha.

terça-feira, 2 de junho de 2009

EU SOU VOCÊ AMANHÃ

"Deus não joga dados", disse Albert Einstein ao questionar o princípio da incerteza defendido pelo físico alemão Werner Heisenberg na década de 20.

Maísa, a menina cobaia de Silvio Santos e Susan Boyle, a senhora cobaia da internet


Mas diante das imagens acima, Einstein que me desculpe, mas Deus é um jogador... e fanfarrão!

Dica do Marcelo

Update: Fui avisado de que a comparação já circula na internet há alguns dias. Anyway, essa veio por e-mail. Achei muito divertida.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Como é triste o fim - mesmo não sendo o fim

Muita gente está levantando a hipótese de o fim da Gazeta Mercantil ser mais um sinal do fim da imprensa impressa. Colaborou o fato de o megainvestidor Rupert Murdoch, dono da News Corp., ter afirmado na mesma semana do fim da GZM que não haverá mais jornais impressos em 15 anos. No Brasil, o Civita disse algo similar alguns meses atrás sobre as revistas da Abril.

Bem, não sou ninguém para contestar esses caras. Só que, vendo o caso da GZM de dentro, acho importante ponderar que a sua descontinuidade nada tem a ver com o fim dos jornais impressos.

A Gazeta era um veículo (bastante) lucrativo atualmente. Havia otimizado custos de impressão. Tinha uma equipe menor que a do Valor Econômico, mas fazia um jornal de qualidade. Para os anunciantes também não era bom pensar em um mercado quase monopolista do Valor, como o que a GZM tinha nos anos 90, quando cobrava os olhos da cara por seu espaço.

O problema da GZM vem do passado, de antes de a internet ser considerada uma ameaça. Má gestão simples e pura, que gerou um passivo impagável. Mas hoje, era um bom negócio. O problema é que a maior parte das receitas era automaticamente bloqueada para pagar as dívidas. Quando viu esses bloqueios se estenderem para suas outras empresas, o atual arrendatário da marca, Nelson Tanure, decidiu rescindir o contrato e devolvê-la ao dono anterior. Não sei se vai funcionar, mas é um compreensível ato de desespero.

Agora deve começar a disputa judicial entre os dois, com a marca GZM como uma batata quente sendo jogada de um colo para o outro. Só depois de essa história ter sido resolvida – e das dívidas terem sido pagas – é que a Gazeta Mercantil poderá voltar a circular, na minha opinião. Se isso demorar menos de 15 anos, pelas contas de Murdoch, talvez ainda vejamos a velha Gazeta nas bancas novamente. Porque ela acabou, hoje, mostrando que ainda é possível fazer um jornal rentável.

domingo, 31 de maio de 2009

A MELHOR MÚSICA DE AMORES DIFÍCEIS DA HISTÓRIA



A música"Hallelujah" é um clássico. "The O.C.", "The West Wing", "Gossip Girl" "House", "Watchman" e "Shrek", a lista de filmes e séries que em algum momento tocaram a canção é longa. Leonard Cohen, de 75 anos, autor da música, andou afastado por algumas décadas. Mas como um bom vinho, ou uma magnífica obra de arte que permanece longe das luzes por um longo período, Cohen volta revigorado. Neste vídeo, abaixo, Cohen aparece cantando recentemente em um show (se não me engano, Nova York - se alguém souber, por favor, comente).

É possível dizer que Cohen é o judeu mais cool desde Bob Dylan. Além de músicas folk de sucesso que discutem traumas e existencialismo, Cohen ficou famoso pela longa lista de conquistas: Janes Joplin e Nico, entre elas. Também é escritor, tendo publicado romances e poesia.

Em 1984, Cohen já era conhecido. Nessa época, em um quarto de hotel em Nova York, ele se debatia para terminar uma música de seu sétimo disco "Various Positions". A faixa em questão era “Hallelujah”. "Eu me lembro estar no carpete do Royalton de cuecas, batendo minha cabeça no chão, dizendo, 'eu não consigo terminar'", disse Cohen ao relembrar o disco anos depois.

A música foi gravada no estúdio Metropole, em Manhattan. Um lugar em cima de uma boate onde um sujeito ia durante as gravações oferecer strippers do clube. Uma das apostas de Cohen foi usar um teclado Casio na canção. O intrumento ainda não era uma invenção muito popular (Casio, diga obrigado a Steve Wonder por popularizá-lo!). O uso do teclado em “Hallelujah” foi quase um acaso, já que Cohen tinha ganhado o instrumento de presente pouco tempo antes.

Quando o disco "Various Positions" ficou pronto, a gravadora inicialmente se recusou a lançá-lo nos Estados Unidos porque Cohen havia brigado com o empresário e somente meses depois, no ano seguinte, apareceu nas prateleiras.

Temas bíblicos com imagens eróticas. Salvação e desespero. A mistura que Cohen tornou notória foi elevada à perfeição em “Hallelujah”. É tão perfeita que se tornou a saída infalível como trilha para qualquer cena que queira mostrar uma relação difícil. É um cliché, sem dúvida, mas quantos clichés resistem por 25 anos se não por sua qualidade?

Mauricio Stycer, em seu blog, fala do lançamento de “Live in London”, álbum duplo, com a íntegra de um concerto que Cohen apresentou no ano passado (leia aqui). Mas diferentemente do que Stycer escreveu, o álbum foi lançado no Brasil (ele acrescentou a informacão em um post dias depois).

Leonard Cohen - Hallelujah


Outra música popular de Cohen, Suzanne

sábado, 30 de maio de 2009

LINDAS MULHERES NUAS DESFILANDO NAS RUAS DE PARIS

Escrevi (aqui e aqui) sobre videoclipes que "inspiram" comerciais de TV. Divertido, instigante e muito bem sacado, este videoclipe "Baby Baby Baby" da dupla parisiense Make The Girl Dance, em que mulheres nuas caminham pelas ruas, é perfeito para ser adaptado para alguma campanha publicitária logo mais.



Dica do Raul

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A CAMINHO DO CÉU (ao menos por dois dias)

Depois de um longo tempo, chegou o primeiro final de semana no qual não trabalharemos. "Cheek to Cheek"(mais conhecida como Heaven), cantada por Ella Fitzgerald e Louis Armstrong foi a primeira música que lembrei diante de tão rara oportunidade. Provavelmente por causa do refrão que enfatiza a sensacão de "estar no céu". Nesse vídeo, uma versão pouco "convencional" de uma dança entre trapezistas ao som de "Cheek to Cheek".

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A PROVA DE QUE CONVERSA DE VENDEDOR É RIDÍCULA

Sempre achei divertido como vendedores e compradores negociam fora do mundo real (de um escritório para outro, por exemplo). Tudo por telefone ou e-mail, cada vez mais impessoal. E isso abre margem para absurdos cada vez mais constantes, na maioria das vezes, com a intenção de aumentar o lucro de alguém. Ironicamente, este alguém geralmente é uma empresa, que nem participa da conversa, ao menos não no sentido literal.

Abaixo, um vídeo que ilustra bem o absurdo dessas conversas (típicas de livros de liderança/auto-ajuda) a partir do momento em que elas são transpostas para o mundo real. (em inglês)



Via Twitter @dandalo

Update 05/06 - Troquei o vídeo original por essa versão com legendas.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

LANÇADO O MUSEU DA CORRUPÇÃO BRASILEIRA


Bem interessante esse MuCo (Museu da Corrupção) on-line, criado pelo Diário do Comércio. É um daqueles casos que de tão tristes se tornam engraçados. Segundo o site, a ideia é "dar aos seus leitores uma medida referencial do que acontece de vergonhoso nos bastidores de todas as esferas de poder".

Finalmente um museu à altura do nosso país. Aposto que não vai faltar material para aumentar o acervo.

Dica da Renata C.

COMERCIAL DO BRADESCO: CÓPIA DE VIDEOCLIPE DE OREN LAVIE?

Sobre as semelhanças entre o videoclipe "1234", da Feist, e o novo comercial da Brastemp, que comentei no post NOVO COMERCIAL DA BRASTEMP: INSPIRAÇÃO OU CÓPIA LAVADA?, a leitora Cynthia Bravo, por meio de um comentário, chamou minha atenção para outra dessas "coincidências": o comercial do Bradesco lembra muito o videoclipe “Her Morning Elegance”, de Oren Lavie. Veja e compare os clipes no blog comuniquec.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O MELHOR FILME DE SCI-FI DO ANO



Poucos gêneros se adaptam tão bem à crítica social como a ficção científica - clássicos como "1984", de George Orwell; "Admirável Mundo Novo", de Alous Huxley e "Blade Runner, o Caçador de Androides" são exemplos clássicos. Portanto, faz todo sentido que uma das mais instigantes obras discutindo dilemas contemporâneos produzida recentemente seja "Sleep Dealer". Vencedor do último festival de Sundance, o filme do diretor Alex Rivera conta a história de Memo, um jovem que em um futuro não muito distante, luta para sobreviver em Tijuana, no México.

Nesta distopia, as fronteiras entre Estados Unidos e México estão fechadas. A água é dominada por uma corporação multinacional e quem quiser consumi-la deve comprá-la de um robô. As cyberfábricas empregam a mão-de-obra local, que se conecta em redes de computadores para controlar robôs a centenas de quilômetros de distância (geralmente nos Estados Unidos). E Memo, que é um hacker autodidata, se envolve com Luz, uma jovem com segundas intenções (não as que fariam a alegria de um nerd).

Temas como outsourcing, cyberterrorismo, grandes corporações, guerras por controle remoto, diários na internet, criam o pano de fundo para a trama, que no fundo, como boa parte das narrativas de sci-fi, é uma grande história de amor.

O grande mérito do filme é mostrar que o fato de estarmos mais conectados, não necessariamente significa que teremos maior igualdade social.

O filme estreou em abril nos Estados Unidos e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Trailer de "Sleep Dealer"


Um versão mais longa, com trailers do filme reunidos (depois dos primeiros 5 minutos, os trailers se repetem, mas em legendas - será uma falha na Matrix?)


Update: troquei o primeiro vídeo do trailer que postei por essas duas novas versões. O antigo, oficial do filme, iniciava automaticamente quando a página do blog era aberta. Como por enquanto o controle sobre o que assistir nesse blog ainda é seu, e não de um computador ou sistema de publicidade de estúdio, optei por mudá-lo.

ADVOGADOS COMEMORAM CONCORDATA DA GM


A expectativa de que a GM entre em concordata a partir de 1 de junho nos Estados Unidos já movimenta escritórios de advocacia americanos. Com diversas outras empresas em concordata, incluindo as gigantes Chrysler e Lehman Brothers, já se fala na escassez de advogados especialistas no tema.

E falências são negócios milionários. Além dos honorários dos profissionais, há contas de hotéis, restaurantes e viagens. Segundo reportagem do NY Times, o escritório Weil, Gotshal & Manges, de Nova York, que está encarregado do caso da concordata do Lehman, já mandou uma conta de US$ 55 milhões pelos três primeiros meses de trabalho. E como a concordata da GM será muito maior e mais complexa - pois envolve uma gigantesca cadeia de fornecedores, revendedores e clientes - pode-se imaginar o tamanho da conta.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

AS REVELAÇÕES DE ANNA WINTOUR (o Diabo que veste Prada)

Sou um admirador de Anna Wintour. Diretora da revista Vogue americana, ela levou a publicação a um novo patamar - e por hora parece estar longe da crise econômica que assola o jornalismo nos dias de hoje.

Anna é tão influente que foi inspiração para o livro e filme "O Diabo Veste Prada". Darth Vader da moda, dizem alguns. Megera, disparam outros. Aposto que é tudo verdade. Mas o fato é que ela sabe o que faz. E o mais interessante, não nega nenhuma das acusações.

Achei divertida essa entrevista que ela deu para o 60 Minutes, da CBS (aqui).

Ela revela que usa óculos escuros porque se estiver gostando, ou não, de um desfile, ninguém poderá perceber. Minha parte preferida são as caras de desprezo que ela faz para a equipe e as câmeras mostram.

E mais. A Condè Nast, editora que publica a Vogue, paga todas as contas do cabeleireiro e maquiagem de Anna, que são feitos diariamente. Sem falar em almoços, viagens e tudo mais que a editora necessitar em seu cotidiano.

No programa, Bernard Arnauld, presidente do conglomerado de moda LVMH (Louis Vuitton Möet Hennessy), conta que foi Anna quem o convenceu a contratar John Galliano para a Dior.

Karl Lagerfeld diz que Anna é "difícil", mas que ele gosta de mulheres "difíceis".

Galliano vai além, diz que não seria quem é sem ela.

É mais fácil achar nota de R$ 100 na calçado do que encontrar um Cristo da moda que fala algo contra Anna.

Enfim. Anna Wintour é gente que faz. Ou melhor, sabe mandar fazer.

O QUE É UM GEEK (uma definicão para quem não conhece o tema)

A Camila diz em um comentário da nota DIA DO ORGULHO GEEK E DOIS CLÁSSICOS NERDS, que ainda não entendeu o que é um geek. Vou tentar ajudar. Definições são sempre complicadas. Nunca dão conta de todas as facetas de um assunto e acabam deixando o tema sempre mais rasteiro do que verdadeiramente é. Mas vamor tentar.

Um geek é um apaixonado por tecnologia e referências da cultura pop em geral. Séries de ficção científica, por exemplo, costumam entrar com facilidade no panteão da geeklândia, assim como heróis de quadrinhos, videogames e jogos que desafiem o intelecto de maneira geral. Dá para dizer que o geek é um nerd, ou CDF, repaginado. Agora ele tem amigos, e é popular, principalmente no mundo digital, que facilitou o encontro de pessoas com gostos particulares. A internet teve um papel fundamental na cultura geek. Graças a ela, que conectou milhares de pessoas no mundo todo, descobriu-se que os geeks sempre estiveram por aí, mas não eram tema de muito debate - ao menos não como um grupo ou movimento. Talvez porque quando reunidos, ainda ficavam confinados a lojas de gibis, bibliotecas, laboratórios ou garagens onde montavam engenhocas ou sonhavam com mundos onde a imaginacão vale mais do que a realidade nua e crua - como os fãs de futebol, por exemplo, parecem preferir.
Personalidades como Steve Jobs (fundador da Apple) e Bill Gates (fundador da Microsoft) ajudaram a consolidar uma imagem positiva sobre os geeks modernos. Mas eu ousaria dizer que personalidades como Albert Einstein e Alfred Hitchcock, por exemplo, foram tipos de geeks, ao usaraem uma imaginacão fértil para redesenhar o mundo que os cercava. E isso com muito humor e diversas referência à cultura pop de sua época.

DIA DO ORGULHO GEEK E DOIS CLÁSSICOS NERDS

Hoje é o Dia do Orgulho Geek. A data foi escolhida por ser o aniversário de estreia do primeiro filme Star Wars, em 1977. A comemoração começou em 2006, na Espanha, mas logo ganhou o mundo. Detalhes na Wikipedia (aqui em inglês)

Para celebrar, abaixo dois ícones geeks. Um mais antigo e outro mais recente. Se você não conhece, não se sinta excluído, você só não é suficientemente geek.

Thomas Dolby canta "She Blinded me With Science"


O disco "The Golden Age of Wireless", de Thomas Dolby, segue como um dos melhores álbuns já gravados. E após 17 anos ele voltou aos estúdios. Você pode conferir mais sobre o trabalho do artista em seu blog ThomasDolby.com.

Abaixo, cena de "The Big Bang Theory" e o já antológico "Rock Paper Scissors Lizard Spock"



OK, se você já conhece esses dois clássicos, então já pode dominar o mundo.

Dica da Renata

quinta-feira, 21 de maio de 2009

NOVO COMERCIAL DA BRASTEMP: INSPIRAÇÃO OU CÓPIA LAVADA?

A questão da cópia e da inspiração é uma constante, particularmente no mundo dos criativos. Mas na crise que vive o mercado publicitário o tema se torna ainda mais relevante. E como classificar o novo comercial da Brastemp Ative, produzido pela DM9DDB, que é praticamente o videoclipe 1234, da cantora Feist? A diferença é que trocaram a Feist e colocaram uma máquina de lavar...

Comercial Brastemp


Videoclipe 1234, da Feist

Feist - 1 2 3 4 (High Quality) - Click here for more free videos

Qual o seu veredito, é cópia ou referência?

O caso é ainda mais curioso ao lembrarmos de comerciais célebres da marca. Os maldosos poderiam até dizer que essa nova campanha... "não é assim uma Brastemp".

Não é assim uma Brastemp


Finalmente, agora a Brastemp tem comparação.

terça-feira, 19 de maio de 2009

O ORGULHOSO FILHO DO DANÇARINO DE BOATE GAY


Certas piadas de tão tristes se tornam engraçadas.

A professora pergunta na sala de aula:
- Pedrinho qual a profissão de seu pai?
- Advogado, professora.
- E a do seu pai, Marianinha?
- Engenheiro.
- E do seu, Aninha?
- Ele é médico
- E o seu pai, Joãozinho, o que faz?
- Ele...ele é dançarino numa boate gay!
- Como assim?! (pergunta a professora, surpresa)
- Fessora, ele dança na boate vestido de mulher, com uma tanguinha minúscula de lantejoulas; os homens passam a mão nele e põem dinheiro no elástico da tanguinha e depois saem para fazer programa com ele.
A professora rapidamente dispensou toda a classe, menos Joãozinho.
Ela caminha até o garoto e novamente pergunta:
- Menino, o seu pai realmente faz isso?
- Não, fessora. Agora que a sala tá vazia, eu posso falar:
- Ele é Deputado Federal...Mas dá uma vergonha falar isso na frente dos outros!

PROPOSTA PARA ENTREGAR O BORDEL A QUEM É DE DIREITO

No fundo, dançarinos de boate gay e políticos estão "se lixando para a opinião pública", como já deixou claro o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). Mas pense, se você tivesse que comprar um carro usado, e pudesse escolher entre um oferecido por um dançarino de boate gay e outro do Sérgio Moraes, qual você escolheria?

Como acredito que os preconceitos são postos de lado no momento em que mexem com o bolso, defendo a seguinte proposta: já que esse país é um bordel e só tem sacanagem, proponho entregar sua administração a quem é de direito. Prostitutas, garotos de programa e profissionais liberais do sexo passariam a administrar a nação.

E diga lá se a Cicciolina, que também se lixava para a opinião pública, não é mais divertida que o nosso nobre deputado.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

10 RAZÕES PARA TROCAR OS POLÍTICOS POR PROSTITUTAS E PROFISSIONAIS DO SEXO

- A infidelidade partidária deixaria de ser um problema.

- Ninguém cairia no sono durante o trabalho.

- Não haveria adicional noturno e a hora extra seria mais barata.

- Ninguém vai dizer que algo é grande demais que impeça o trabalho.

- A bancada ruralista seria representada por vacas e galinhas assumidas.

- O toma lá dá cá seria profissional.

- Seria possível mudar de orientação sem constranger ninguém.

- Ninguém alegaria estar impotente frente a um problema.

- Dar para trás seria sempre uma opção mais cara.

- E, finalmente, a sacanagem toda sairá pelo preço combinado.

TROTE NO CONTROLADOR DE VOO MINEIRO: HILÁRIO

Nos meus tempos de infância, trotes eram coisas singelas. Você ligava e perguntava: "Tem um carro verde na frente da sua casa?" Aí respondiam: "Não". Você ria e desligava o telefone dizendo que "então tinha amadurecido".

Hoje a coisa está mais complexa. Além de darem o trote no Barulhada, o pacato controlador de voo de um pequeno aeroporto de Catalão, em Goiás, ainda colocam o diálogo na internet.

Mas aprendi que Catalão "de carro são 100 quilometo, mas di vião Berlândia é bem pertin", como informa o Barulhada.

Imperdível!



PS: escrevi anteriormente que Catalão ficava em Minas Gerais. Fail! Catalão fica em Goiás. Gostaria de agradecer ao gentil leitor que me chamou de burro pela correcão. Mas caro leitor Anônimo, é Goiás de carro ou de avião? ;-)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

TRIBALISMO COSMOPOLITA (a tendência do novo milênio)

Cosmopotitan Tribalism é a nova tendência global. São manifestações tribais em um contexto urbano. Cores, formas, padrões e ideias que se manifestaram por milênios em nossa cultura, agora ganham nova roupagem (e com trilha sonora mais descolada) em função da concentracão populacional em grandes cidades e integrados em escala global. Esse vídeo resume bem o conceito. Ótimo para quem busca novidades.



E me diga se não foi feito sob medida para esse blog Tribalista?

Dica do srsabba

terça-feira, 12 de maio de 2009

CALVIN É ESQUIZOFRÊNICO COMO O TARSO DA NOVELA DAS OITO



Adoro as tiras do Calvin e Hobbes. E essa versão em vídeo, maldosa e altamente violenta, em que a Calvin é retratado como um esquizofrênico que sofre com alucinacões, é sensacional. Veja aqui Calvin and Hobbes: The Untold Story (em inglês). Será que a Glória Perez deveria dar um tigre de pelúcia para o Tarso (Bruno Gagliasso)? Desculpe pelo humor negro, mas não resisti.

Via Twitter @srsabba

Crazy - Gnarls Barkley (versão "Star Wars")

UMA CIDADE ONDE CARROS NÃO PODEM ENTRAR (e funciona!)

Sim, a vida sem carro é possível. Ao menos no primeiro mundo. Mais especificamente em Vaubaun, uma comunidade no subúrbio de Freiburgo, na Alemanha. Lá, os carros não são permitidos. Você até pode ter um automóvel, mas não pode circular com ele dentro da vila. Há duas grandes garagens, fora da cidade, onde os moradores são obrigados a deixar seus carros. Como informa a reportagem do NY Times, "como resultado, 70% das famílias de Vaubaun não tem carros, e 57% delas vendeu o carro para se mudar para lá". E as pessoas dizem estar mais felizes.

Isso sim me parece uma eficiente saída no combate à redução da poluição e melhora na qualidade de vida nas cidades.

Recentemente tentei trocar o carro pelo ônibus aqui em São Paulo. Primeiramente, o ônibus demora para aparecer fora dos horários de pico e é lotado nos horários de maior movimento. Então, de duas uma: ou você tem de esperar muito ou anda espremido.

Não bastassem esses "problemas logísticos", recentemente começou uma onda de assaltos nas ruas próximas da minha casa. Optando pelo carro, caminho menos por uma "zona de risco". Obviamente também posso ser roubado na rua dentor do meu carro. Mas o automóvel tem um efeito psicológico e transmite uma sensação (mesmo que falsa) de segurança. O que me deixa mais tranquilo.

Mas se São Paulo fosse Vaubaun, acredito que sem a opção do carro, as autoridades (e a comunidade) se veriam forçadas a tomar alguma providência.

No Cars Go - Arcade Fire

sexta-feira, 8 de maio de 2009

AS CORRIDAS DE CACHORROS SALSICHA (bizarro: cãespetidores e dogumentários)


Quando li uma reportagem na revista Economist sobre as corridas de dachshunds, mais conhecidos como cachorros salsicha, confesso que demorei a entender, depois demorei a acreditar. Mas sim, essa competições existem e são para valer. Chegam a reunir mais de 400 "cãespetidores" (infame, mas não resisti). A modalidade se popularizou a partir de 1993, quando a cerveja Miller Lite mostrou um comercial que trazia essas competições como tema. Agora, inclusive será lançado um documentário, ou dogumentário (estou incontrolável). “Wiener Takes All”, de Shane MacDougall (cara esperto, sacou o trocadilho Wiener com Winner?) mostra as situacões bizarras a que os salsichinhas, ou wienner dogs, como são chamados nos EUA, são sujeitados. E como sempre, o mais curioso são os donos dos animais.

Trailer de “Wiener Takes All”


Comercial da Miller Lite


Mais corridas de salsicha (atenção para a roupa de pão dos competidores)


(A ilustração acima é de Claudio Munoz)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

FORA DO PADRÃO (a caneca de duas alças)



Tente passar uma caneca para alguém e logo você dará por falta de uma segunda alça, principalmente se o conteúdo estiver aquecido. Agora, esse problema parece ter sido finalmente resolvido. E no site da Harriet Carter, onde ela custa US$ 6,98, você ainda fica sabendo que a caneca é indicada para pessoas com problemas de saúde que provoquem tremores ou fraqueza nas mãos.