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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Lindsay Lohan posta foto de próprio topless no Twitter

O que fazer quando você está em casa e de saco cheio? Posta fotos suas de topless no Twitter. Ao menos esse parece ser o conceito de diversão de Lindsay Lohan (e de quem mais seria?).

“Old photos … I’m THAT bored!”, escreveu a moça na mensagem que foi acompanhada da imagem.

A foto foi feita pela própria Lindsay há alguns meses quando ela se preparava para ser fotografada para uma campanha. A imagem foi ao ar somente ontem.



Via MTV UK

sexta-feira, 5 de junho de 2009

As 22 piores frases após o sexo

A sensibilidade é uma das características com as quais Deus é mais mão-de-vaca. Não é qualquer um que a tem, e mesmo assim as doses muitas vezes são pequenas.

E é nos momentos mais delicados em que a sensibilidade faz mais falta, obviamente. Por isso decidi listar as 22 piores frases para se dizer - ou se ouvir - após o sexo. Usei em parte a minha criatividade e em parte pérolas da corrente #3wordsaftersex do twitter. Por conta disso, me prendi ao desafio de fazer frases com apenas três palavras.


Eis as escolhidas:


22. Quem é você?
21. Que gosto estranho!

20. Pizza ou chinês?

19. Melhor você ir.

18. Na cara não!

17. Cadê minha batina?

16. A camisinha estourou!

15. Não me beije!

14. Vamos continuar tentando.

13. Traz uma gelada?

12. Não me ligue.

11. Saudades da ex...

10. Meu marido chegou!

9. Vá de táxi.

8. Quem é Ademir?

7. Parabéns, está contratada.

6. Agora me desamarra!

5. Não é contagioso...

4. Você já terminou?

3. Você já começou?

2. Você está dormindo?

1. CPF na nota?


PS: Escolhi 22 frases porque 22 é o meu número da sorte. E assim espero nunca ouvir ou falar nenhuma delas.

PS2: A imagem do presidente e ex-bispo paraguaio Fernando Lugo é meramente ilustrativa. Afinal, começamos falando de Deus e acabamos em sexo. E sem camisinha.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sob o domínio dos números (escravos da informação?)



Hoje existem diversos serviços que reduzem grandes endereços de internet em mini-links. O TinyURL.com é o mais popular deles. Os mini-links existem desde 2002, mas só se popularizaram com o surgimento do Twitter e Facebook. Porém, esses serviços que reduzem as URLs são gratuitos e era difícil dizer de que maneira poderiam gerar receita. Mas agora está se descobrindo que esses aplicativos podem gerar dinheiro. Já que podem indicar quantas vezes um link foi clicado, quem clicou, de onde clicou etc, eles podem colher informações que publicitários ou pesquisadores estão atrás para determinar perfis de consumidores.

E não só isso. O Bit.ly, um dos concorrentes do TinyURL, por exemplo, usa o Calais, criado pela Reuters. A ferramenta permite encontrar semelhanças semânticas entre os links originais postados no Bit.ly e assim, direcionar os usuários para os links mais populares, por exemplo. Mais nessa matéria do NY Times.

O NASCIMENTO DA ELITE DOS NÚMEROS

Monetarizar a informação disponível na internet não é novidade. O Google se tornou uma potência econômica vendendo anúncios a partir das informações que colhe de seus usuários.

No seu livro Super Crunchers, em 2007, Ian Ayres, economista e professor da Yale Law School, fala de como os dados vinham sendo armazenados na internet e estavam disponíveis para quem quisesse "garimpá-los" e organizá-los da melhor maneira. A tese central de Ayres é de que com as informações digitais disponíveis, a intuição e experiência iriam ficar em segundo plano. Os números (data) se tornariam preponderantes nas decisões. Afinal, máquinas, não sendo distraídas pelas emoções e com maiores possibilidade de calcular variáveis, fariam escolhas melhores. Na época a tese era provocadora, e hoje, apenas dois anos depois, já não causa tanto furor.

Super Crunchers "matou" a intuição humana ao mostrar que decisões antes restritas a quem tivesse expertise sobre um tema agora podem ser melhor tomadas por um computador. E aparentemente, é chegado o momento de "monetarizar" essa tendência. No livro Numerati - lançado em 2008 nos EUA e que chegou recentemente ao Brasil lançado pela Arx - o jornalista Stephen Baker mostra como diversas empresas estão se especializando em usar esses dados disponíveis na internet. Não dá para dizer que o livro é surpreendente. É como se Baker pegasse as informações de Super Crunchers e desse uma cara de reportagem, com casos mais práticos e cotidianos. Ele fala do carrinho de supermercado que faz indicações de compras ou mesmo promoções conforme o cliente que o esteja utilizando. Narra as possibilidades de câmeras e computadores controlarem sua produtividade até no escritório e narra pesquisas onde se descobre um potencial eleitor com precisão muito maior. No capítulo blogs, você saberá como empresas estão usando os posts para traçar perfis de consumidores e avaliar seus produtos de maneira mais rápida e eficiente. Computadores "leem" a internet em busca de comentários e opiniões sobre determinada marca ou assunto.

A novidade em Numerati está em mostrar como está surgindo uma elite de matemáticos e especialistas em cálculos para "gerenciar" todo esse fluxo de informação. Seja para ter a brilhante ideia de extrair informações do TinyURL e empresas de mini-links, ou para fazer novas descobertas em pilhas de dados disponíveis em formato digital.Enfim,não deixa de ser sombrio. Mas como mostra a história da humanidade, atirar paus e pedras não param os avanços tecnológicos.

PS: Fiquei decepcionado com a quantidade de erros bobos que encontrei na edição de Numerati, da Arx. Há desde palavras repetidas, até letras a mais e um ponto final faltando. Talvez não tenham revisão, um tema que já tratei anteriormente (aqui).

quarta-feira, 18 de março de 2009

Tribalistas no Twitter



Não é só Bernie Madoff que está no Twitter (já falamos sobre isso). Agora os Tribalistas também fazem parte da rede mais festejada (e inversamente inútil e descapitalizada). No final dessa página, bem no final, como todos os aplicativos que temos, você pode adicionar os Tribalistas ao seu perfil e nos e seguir no Twitter. Se você tiver coragem suficiente, é claro. Em tempo: já estamos seguindo o Madoff.

Não sabe o que é Twitter? Livre-se das sombras da ignorância. Abaixo, um vídeo explicativo (com legendas em português, de Portugal).

segunda-feira, 16 de março de 2009

Bernie Madoff no Twitter

É algo impressionante o que a ociosidade faz com as pessoas. O megapicareta Bernard Madoff, preso recentemente, já criou meia dúzia de perfis no Twitter, a ferramenta de microblogging que está revolucionando a maneira como as pessoas se relacionam pela web. Hahaha.

Há dois Bernies mais interessantes no Twitter, que começam a narrar sua rotina na cadeia. Um deles narra, por exemplo, como foi participar de uma reunião da Aryan Nation na prisão. "Ele" conta que os nazis o adoraram, e ele curtiu também, apesar de achá-los um pouco "racistas". Mas pelo Twitter, os caras descobriram que ele era judeu e o expulsaram do grupo. Qual a resposta do nosso "Bernie"? Simples: "Vejam, eu fali um fundo de sobreviventes do Holocausto. E vocês, o que tem feito na prática ultimamente?" Com isso, ele concorre a uma vaga de membro honorário.

Brincadeiras à parte, achei interessante essa coisa imediata do microblogging. Ganhou função pela primeira vez na minha cabeça. Enquanto você via Madoff preso pela TV, era possível acompanhar pela internet os comentários que ele estaria fazendo, como: "Como essa porra desse colete à prova de balas é pesado!" E ainda é possível interagir.

Para quem quiser seguir: