quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Eu voltei (e a máquina do tempo falhou)



Querido leitor, pode voltar a sorrir. Abrace o colega ao lado (ok, já pode largar). Depois de peregrinações que me levaram aos confins do globo, como cantou Roberto Carlos no clássico"O Portão", EU VOLTEI!. Infelizmente o meu cachorro não me sorriu latindo, portanto, devo me conformar com a piscadela safada que o blog me deu em uma tarde em que os grilhões que me prendem à mesa de trabalho foram afrouxados.

E tenho notícias, os Tribalistas deixaram o mundo corporativo. E coincidência ou não, a saída dos Tribalistas de suas respectivas corporações fantasticamente aconteceu quase simultaneamente à crise global que afeta o planeta. E não, não fomos despedidos nem banidos. Ao contrário, saímos com boas recordações e ótimas memórias (essas serão temas para outro post).

Mas agora levamos vidas tranqüilas em bucólicas paisagens interioranas de corporações. Mas empresas de outra natureza, afinal, a coisa é grande, é a grande mídia. Diferentemente do que dizem os detratores, não entramos nessa nova fase para destruir o mundo corporativo por meio da manipulação da informação. Aliás, de tão sérios fazemos criancinhas chorarem. Porém, como já escrevemos muito dia-a-dia, queremos escrever mais (e de graça!) para você.

PS: Minha idéia de inventar a máquina do tempo não funcionou, ou melhor, não funcionará. Ao começar o projeto da máquina do tempo, determinei que logo que a inventasse, voltaria no tempo para entregar a máquina a mim mesmo e assim evitar o trabalho de ter de inventar a máquina. Como não encontrei a mim mesmo, nem há um vácuo no tempo-espaço que tenha destruído o universo, foi fácil deduzir o certo fracasso do meu passado (e futuro) empreendimento.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Novos diálogos de Dilbert

Dilbert: Estou lhe dizendo, se não houver aumentos metade dos engenheiros se demitirá!
Chefe: Este é o objetivo. Estamos tentando reduzir os custos com a folha de pagamentos em 50%.
Dilbert: Mas todas as pessoas INTELIGENTES irão embora!
Chefe: Entendo. Você poderia organizar um almoço de despedida para elas?

- Dilbert, estou formando um grupinho com todo o pessoal jovem, engraçado e solteiro do departamento. Tomaremos drinques na hora do almoço, conversaremos sobre férias em estações de esqui e namoraremos uns com os outros.
- Pode contar comigo.
- Não, não, precisamos de você para fazer o nosso trabalho!

domingo, 14 de setembro de 2008

Férias, longas férias



Caros, há alguns dias deixei o mundo corporativo. Cansado de ganhar milhões no final de todo mês e sufocado pela gravata, pedi demissão para tentar algo novo. Na verdade, algo tão novo que nem mesmo eu sei o que é.
Até o momento, recusei uma oferta para me tornar projetista de super computadores em Los Alamos, também não topei virar ator numa produção de um pornô de kung-fu (bastante artístico, por sinal) muito menos me vendi ao sistema aceitando o cargo de dono da Microsoft substituindo o Bill Gates (e olha que eu faria algo melhor que o Vista).
Enfim, só me resta tirar férias. Ficarei dois meses ausente do blog em viagem de recuperação mental e reavaliação espiritual por lugares tão distantes que até o momento nem mesmo eu sei identificar quais são. Quando voltar, descobrirei o que farei, por hora, deixo três pistas do que imagino que será este novo rumo:

Neste link há um trabalho que gostei muito de fazer. A Pernambucas completou 100 anos e chamou a TV1 para montar um site comemorativo (VEJA AQUI). Colaborei com o texto. É impressionante o quanto se descobre pesquisando mais de 100 anos de história. Porém, o mais surpreendente para mim foi ver como os webdesigners conseguem deixar a coisa divertida e atrativa na internet.

Outro trabalho que participei, mas que infelizmente não poderei postar aqui, foi o Anuário de Noivas da editora Caras. Antes que me perguntem, informo, nada a ver com famosos. A editora Caras, além de publicar a revista, edita livros, anuários e até palavras cruzadas além de diversos outros produtos. E não, não fui ao casamento da Sandy! A revista chega às bancas no dia 10 de outubro. São 400 páginas com mais de 100 vestidos de noiva. Vale conferir, principalmente se você está caminhando rumo ao altar.

Por último, mas não menos importante, colaborei com a revista Bites do Manuel Fernandes. Ele é uma lenda do jornalismo de tecnologia/economia e a revista é muito bacana. Ou seja, fiquei todo "pimpão".

Por hora essas são as novidades e à medida que puder posto novidades de onde estiver (e se der tempo, só se der tempo). Meu compromisso agora é, por dois meses, não ter compromisso algum. Ou melhor, meus compromissos são comigo mesmo e com as pessoas que gosto, nunca com a agenda ou o relógio.

É isso. Como me disse um sábio amigo, não dá para pular da moto e pegar o trem em movimento sem soltar as duas mãos do guidão. É preciso arriscar.

Até a volta.

sábado, 13 de setembro de 2008

Custos reduzidos



Isso é o que eu chamo de otimização dos custos de transporte.

Via Romanian Web 2.0

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Escolha o seu lado



No site Side Taker casais contam suas versões da contenda e cabe ao público decidir, por meio do voto, quem está com a razão. Há desde reclamações do tamanho da bunda da namorada aos tradicionais casos de traição. As histórias são hilárias. Algo assim deveria ser instalado no escritório...

sábado, 6 de setembro de 2008

Cigarro: o estupro do passivo

Quem disse que as corporações não progridem? Muitas já baniram o fumo de seu ambiente de trabalho e inclusive incentivam seus funcionários a pararem. Esse vídeo do repórter Danilo Gentili, do programa CQC, da TV Bandeirantes, fez uma crônica do ato de fumar em um show de humor em Brasília. Gentili resume bem como o fumante passivo, meu caso, se sentem com o cigarro alheio: estuprado. “Aquilo (fumaça) que estava dentro do ativo, entra dentro do passivo, sem a sua permissão”.


Via Bombou na Web

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A galáxia de fotos


Representações visuais de mecanismos de busca, principalmente de fotos, não são uma grande novidade. Entretanto, o Tag Galaxy é realmente surpreendente. Digite uma palavra na busca e você verá em uma única esfera uma representação em 3D das imagens no Flickr com as respectivas tags. À medida que você gira a esfera, vê simultaneamente dezenas de fotos. Basta clicar nas fotos para ampliá-las. Ótimo para perder tempo e achar fotos para ilustrar post de blogs. ;-)

I have a dream

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sofra programador...

Difícil não se identificar com a dura rotina dos programadores de computador (vídeo em inglês).



Dica do AMF

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A mala do mala

Finalmente uma mala para os malas que adoram fazer discursos a todo momento...



"A Orator’s Briefcase é uma pasta aparentemente normal, mas que carrega um apoio para livros ou papéis, um microfone em braço flexível e um sistema de PA com dois falantes de quatro polegadas e um amplificador de 20 watts."

Via Gizmodo Brasil

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Atrasadores de elevador (e não se renda ao relógio)



Existe algo mais irritante do que o elevador que não sai? A porta está fechando, você acompanhando o movimento da porta e eis que aparece uma mão para "segurar" a porta. Aí, ela se abre novamente e começa tudo de novo. A essa altura você já está na torcida para conseguir sair, porque dependendo do movimento do prédio você só verá a porta se fechar no quinto ou sexto abrir e fechar. Mas pensando nessa situação, já identifiquei o perfil do atrasador de elevador:

Cínico: Ele pára a porta, entra com um sorriso amarelo, e olha para todos como se nada tivesse acontecido.

Distraído: Parou por quê, por que parou? Ele entra e finge que não é com ele. Geralmente fica olhando fixamente para um ponto no teto do elevador.

Falso: Ele entre, pede desculpas e dá alguma explicação na linha do "eu estava atrasado". Mas e se EU estiver atrasado. E se EU, que cheguei primeiro, não estiver nem aí para o compromisso dele?

Arrependido: Ele parou o elevador mas agora que entrou quer fazer andar mais rápido.Fica apertando o botão, bate o pezinho e tal. Há milhares de tipos “atrasadores” de elevador, se você não for um, certamente conhece algum.

Em comum todos que emperram portas tem aquele olhar de culpa no momento em que fazem a porta se abrir e encaram de frente a turma que já está dentro. Por favor, entenda que esperar mais cinco minutos não vai te matar nem resolver a sua vida. Não esqueça que em boa parte dos casos que você trava a porta, geralmente o elevador já está cheio. E demorando mais para sair ele demora mais para voltar. Nem vou falar de quem fica segurando a porta à toa porque aí é descaso com o próximo mesmo.


SE VOCÊ SEGURA PORTAS, É ESCRAVO DO RELÓGIO

Contra o meu argumento você poderá dizer que eu que sou impaciente, mas a questão é outra. Prefiro pensar que eu mando nos meus horários e não os meus horários que mandam em mim. Não corro atrás de ônibus que está saindo. Não paro elevadores. Nem entro esbaforido no cinema no teatro ou seja onde for. É uma questão de postura. Saio cedo e chego no horário. Dizer que São Paulo ou qualquer outra grande metrópole é a culpada é uma desculpa esfarrapada, afinal, se você já conhece a cidade que vive, já deveria programar seus horários com contratempos e possíveis atrasos no roteiro.

E se chegar cedo, leia um livro ou tome um café. Se você não pode fazer isso porque falta tempo ou seu dia deveria ter 25 horas, acho que deve repensar a sua agenda. Talvez descubra até que precisa repensar a sua vida.

domingo, 31 de agosto de 2008

Vida selvagem



Quem disse que só nas grandes corporações há preteridos?

Via Terminally Incoherent

sábado, 30 de agosto de 2008

O nadador mais rápido



Via jonlee.ca

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Bebê pastor

Depois da menina pastora, o bebê pastor (abaixo). Medo!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Uma dança para conquistar clientes

Sabe quando você vai apresentar um projeto, proposta, ou seja lá o que for para algumas pessoas que você nem tem idéia de quem são e elas parecem não dar a menor bola? Por alguma razão comecei a pensar que se eu repetir essa cena de Flash Dance eu posso não ganhar o cliente, mas ao menos a atenção dele eu vou conquistar. Só não faço porque a polaina esquenta muito e esse corte de cabelo é uóóóó.

Banqueiros X consultores

Há dois anos os banqueiros cantavam de galo em Wall Street. Hoje, com a crise que abala os mercados, os espertalhões de terno e gravata já não parecem tão hábeis. Aliás, no vídeo Damn It Feels Good to be Banker -- A Wall Street Musical (abaixo), eles parecem patéticos como nunca. E não só eles, toda a turma de Wall Street parece meio bobalhona.

"Since the dawn of capitalism, the corporate landscape has been the stage for a vicious feud between two of history's most bitter rivals," diz o vídeo. A disputa é entre banqueiros e consultores. MC Kinsey (oh yeah!) é que começa a disputa de rimas.



Creio que essa poderia ser classificada como uma disputa entre o pior e o menos pior. Existem espécies piores que banqueiros e consultores? Eles adoram tabelas em Excel e apresentações em Power Point. Eu garanto que com tempo, Excel e Power Point, eles vão conseguir até justificar a atual crise financeira global... e de forma convincente.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Torto...

Fala sério! Vai ser incompetente assim lá na concorrência.


Via Romanian Web 2.0

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Ortodoxia (repita comigo: eu estou certo)

Há quem diga que sou uma pessoa difícil. O que é uma tremenda bobagem. Quem me conhece sabe que é só fazer o que eu acho certo que nunca tem discussão. Afinal, é difícil estar sempre certo, mas quem está certo sabe que está e fim de conversa. E aposto que com você e com o seu chefe é a mesma história.

Minuto cultural:
O Arcebispo Berkeley, um clérigo anglicano que foi famoso tanto como filósofo quanto como matemático, e que também inspirou o nome da cidade de Berkeley, Califórnia, no século 18, já dizia: "Orthodoxy, sir, is my doxy. Heterodoxy is the doxy of another".

Doxy em grego antigo significa ensinar, portanto, ortodoxy se pode traduzir como ensino correto. Enquanto heterodoxy significa outro ensino. O que no século 18, em meio às perseguições religiosas que assolavam principalmente a Europa, também queria dizer heresia.

Resumindo, quem não reza pela nossa cartilha comete heresia. No século 18 isso se aplicava à religião. O que rendia a fogueira para muitos. Hoje, tenho a sensação que esse conceito se aplica mais ao mundo corporativo. Mas afinal, a Igreja provavelmente foi a primeira grande corporação global.

Foto: mfshadow (Flickr)

domingo, 24 de agosto de 2008

Grandes momentos do esporte



As Olimpíadas acabaram, mas algumas imagens vão ficar registradas nos anais da história do esporte.

sábado, 23 de agosto de 2008

Só o ouro vale. O resto, é resto

Particularmente acho as Olimpíadas um tédio. No fundo talvez seja inveja, porque além dos atletas ganharem muita milhagem indo de avião para a China, terem corpos dignos de estar naquele filme 300 de Esparta, eles ainda podem ganhar uma medalha, ou melhor, três de uma e ainda viram "heróis nacionais". Já eu, que ralo como um camelo no trabalho, no final não ganho nem prêmio de consolação. Ou se muito, posso ganhar uma baia maior e quem sabe um bônus anual. E experimente ficar em segundo lugar na concorrência por um cliente para ver se alguém vai dar tapinha nas suas costas e dizer: "valeu o esforço, parabéns!" Na derrota corporativa nem adianta argumentar que não sabe onde enfiaram a vara. E esqueça a torcida. Ou melhor, torcida, quando existe, é contra você. E grito de vibração só vem do chefe irritado.
Resumindo: para mim, só o primeiro lugar conta e é o ouro que interessa. Portanto, nem vem com essa história de que prata e bronze também é bacana. Ou você lebra quem ficou em segundo depois do Cielo?

Isso não é um telefone



Achei muito bacana essa ilustração publicada pela Business Week inspirada no quadro surrealista de Magritte. A reportagem iPhone: More Fun Than Phone, diz que alguns usuários do telefone da Apple estão optando por usar dois celulares simultaneamente. Um mais confiável, como o BlackBerry, para funções cotidianas e trabalho, além do iPhone, menos estável e confiável, que é usado apenas para entretenimento (navegar na internet, ver vídeos, etc)

"The iPhone has been a huge financial success for Apple, with sales outstripping most expectations. But some users, such as Charland, have found that the iPhone 3G, for all its benefits, isn't that great a phone. In recent days people have filled blogs about Apple, as well as the company's own site, with complaints of dropped calls and failed attempts to get connections for their new iPhones."


Será que a Apple está sofrendo com o iPhone o mal do Vista? (O novo sistema operacional da Microsoft, o Vista, é tão podre que o sujeito se vê entre duas alternativas: migrar para o Mac ou arriscar o Linux. Como no Linux é preciso ter alguma noção de programação, o cara vai de Mac mesmo, ao menos se vive em um país civilizado e sem impostos absurdos de importação). Nossa! Qual é o ramal do suporte técnico mesmo?

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O chefe servidor



Em mais uma releitura musical da série clássicos corporativos, "Ain't No Mountain High Enough", com Marvin Gaye e Tammi Terrell.

If you need me, call me
No matter where you are
No matter how far
Just call out my name
I'll be there in a hurry
You don't have to worry

É isso que todos querem ouvir do chefe: apoio incondicional.

Remember the day
I set you free
I told you
You could always count on me darlin'
And from that day on I made a vow
I'll be there when you want me
Some way, soooooome how

Essa parte eu traduzo como jornada flexível de trabalho, mas compartilhando responsabilidades.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Pirataria, ela pode ser boa


Primeiro foi a indústria fonográfica que viu a casa cair com a chegada da internet. Depois foram os grandes estúdios de Hollywood, afinal, o computador não tem a magia da tela grande - mas também não tem o mala que fica falando na poltrona de trás, nem filas gigantescas, muito menos preços extorsivos, aliás, na web é grátis, apesar de pirata.

As revistas sofriam com a internet, mas em tese concorriam com elas mesmas e estavam livres da pirataria, já que a sensação de folhear uma revista e ver reportagem por reportagem ainda era algo difícil na rede. Mas descobri o Mygazines.com, um site colaborativo onde você encontra revistas do mundo todo, inclusive as principais brasileiras, em que é possível "folhear" as revistas online. É tudo muito simples e fácil.

Mas em comparação à indústria fonográfica e cinematográfica as editoras de revista levam uma vantagem com a pirataria. No Mygazines ao folhear a revista você também vê os anúncios, ou seja, há menores custos de papel e aumento do número de leitores. E quem lê revistas estrangeiras de moda, por exemplo, sabe que os anúncios podem ser tão interessantes quanto os editoriais.

O que me leva à conclusão: nem sempre a pirataria é ruim, como a revista The Economist bem lembrou na reportagem Thanks, me hearties, recentemente publicada. Lembre-se ainda que para estar na frente dos piratas, as grandes grifes precisam criar produtos melhores e mais sofisticados que dificultem a cópia.

No caso da mídia tradicional, o que falta são os executivos mexerem a bunda gorda da cadeira, estimularem a inovação e principalmente, darem chances dessas novidades serem implantadas.

FBI, RIAA, NSA, ABIN, por favor, não venham atrás de mim!!! Pirataria? Eu já vi, mas nunca usei. Eu estou limpo. E ouvi dizer que baixar música e séries de TV no computador faz mal para duas coisas. A primeira é a memória e a segunda... nossa, esqueci a segunda!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Caça e caçador (a constante corporativa)

Como dizem por aí, um dia é da caça e outro do caçador. Nesse vídeo, uma propaganda do seriado The Wrong Door, da BBC, é o computador que espanca o usuário.



Mas por falar em caça e caçador, eu me lembrei do Fábio Junior, o cantor/maracujá de gaveta que casou com a Mary Alexandre e vai ser pai de dois melões, digo, uma criança.



Nesse vídeo você ouve Caça e Caçador (para mim, o princípio de prazer que rola pelo ar, brilhante como uma estrela no mundo corporativo. Afinal, o trabalho não precisa ser uma história com princípio, meio e fim).



Via Bombou na Web

Dona Gorducha sofre mais do que eu


Hoje tive um momento de epifania. Descobri como só olhar para o meu próprio umbigo me fez ficar alheio às mazelas do mundo. Os três leitores desse blog (você, minha mãe e meu poodle Gervásio) sabem o quanto reclamo da vida corporativa. Mas hoje identifiquei um espécime corporativo que sofre ainda mais do que eu. Sim, todo ser vivo portador de inteligência (e dependendo do nível é defeito) sofre no mundo das tabelas de Excel e Power Point. Mas uns sofrem mais do que outros. Afinal, eu sofro sem fazer dieta. Imagine viver no mundo corporativo e ainda fazer regime. Duvida? Dê uma conferida no blog Café com Maçãs, no qual Dona Gorducha narra seus sacrifícios rumo ao emagrecimento no mundo corporativo.
"A única coisa mais engordativa que reunião com o cliente é a reunião com o prospect. É como o primeiro encontro com o amor da sua vida: rola um frio na barriga, você quer impressionar, encantar, jogar suas melhores cartas. No primeiro encontro você leva o pretendente num restaurante gostoso - na primeira reunião, você oferece ao prospect quitutes gostosos", diz Dona Gorducha que segue em sua narrativa, "e quando o prospect não quer comer? O que fazer? Você olha para os quitutes, eles batem um papo contigo, a boca enche de água, o estômago começa a fazer barulhinhos, e nada do cara esticar a mão rumo à cestinha de comida."